A 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira consagrou grandes nomes da cena nacional em cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Djavan foi o grande destaque, levando os prêmios de Melhor Artista e Melhor Lançamento na categoria MPB com o álbum “Improviso”.
Daniela Mercury ganhou como Melhor Lançamento no axé com o álbum “Cirandaia”, enquanto o Olodum foi eleito Melhor Artista do gênero, reforçando a importância da música afro-brasileira. Gaby Amarantos conquistou o prêmio de Projeto Audiovisual pela produção “Rock doido”, que destacou a cultura das aparelhagens de Belém.
No sertanejo, a dupla Chitãozinho & Xororó levou prêmios de Artista e Lançamento, apesar de Ana Castela ser apontada como a principal força do agropop atual. No rock, o grupo Black Pantera foi reconhecido pelo ativismo e impacto musical. Já no rap, BK e Don L foram premiados como Melhor Artista e Melhor Lançamento, respectivamente.
Outros destaques incluem João Gomes, que venceu duas vezes na Canção Popular, e Luedji Luna, que dominou a categoria pop. A categoria instrumental premiou Hamilton de Holanda e João Camarero, enquanto Alcione foi eleita Melhor Artista de samba e Péricles levou o troféu de Melhor Lançamento.
A cerimônia também contou com um show em tributo a Cazuza, reunindo nomes como Ludmilla, Ney Matogrosso e Seu Jorge. Apesar de algumas ausências, o prêmio reconheceu os principais destaques da música brasileira em 2025.
