Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard confirmou que quem mantém uma alimentação equilibrada tem menos chances de morrer prematuramente por câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares. A pesquisa acompanhou por 36 anos mais de 100 mil pessoas que não tinham essas doenças no início do levantamento.
Os participantes responderam questionários sobre seus hábitos alimentares a cada quatro anos. Os resultados reforçam as recomendações de dietas como a mediterrânea ou à base de plantas, priorizando alimentos como grãos, legumes, frutas e verduras.
Por outro lado, outro estudo recente publicado na revista Clinical Gastroenterology and Hepatology associou o consumo frequente de fast food a um aumento da doença hepática gordurosa não alcoólica, que pode evoluir para cirrose ou câncer de fígado. A pesquisa avaliou 4 mil adultos e constatou que quem obtinha mais de 20% das calorias diárias em fast food apresentava maior gordura no fígado.
Além disso, alimentos industrializados com alto teor de açúcar, sal e gordura trans prejudicam a saúde. Por exemplo, uma lata de refrigerante pode conter o equivalente a dez colheres de chá de açúcar, elevando o risco de diabetes tipo 2. O excesso de sal contribui para a pressão alta, e a gordura trans eleva o colesterol ruim, aumentando as chances de doenças cardíacas.
O impacto do fast food também atinge o sistema respiratório, já que o ganho de peso causado pelo consumo excessivo de calorias sobrecarrega o coração e os pulmões, dificultando atividades simples do dia a dia.
