Marcelo Pretto, conhecido por sua voz versátil e integrante do grupo de percussão corporal Barbatuques, faleceu na madrugada deste domingo, 8 de março, em São Paulo. O cantor, compositor, percussionista e pesquisador musical tinha 58 anos e lutava contra um quadro grave de diabetes.

Internado desde 18 de fevereiro no Hospital Alvorada, na capital paulista, Marcelo, também chamado de Mitsu, deixou um legado artístico importante que vai além de sua atuação no Barbatuques, grupo que integra desde 1999. A confirmação da morte foi divulgada oficialmente pelo núcleo do grupo em suas redes sociais.

Uma voz única que inspirou a música brasileira

Conhecido por sua voz elástica, capaz de variar do sussurro ao trovão, Pretto era uma referência no cenário musical brasileiro. O cantor e compositor Chico César manifestou seu pesar pela perda, destacando a singularidade da voz de Mitsu e sua presença marcante.

Além do Barbatuques, Marcelo também participava do grupo A Barca, focado na pesquisa da música brasileira. Sua produção solo inclui os álbuns “A carne das canções” (2014), feito em parceria com o violonista Swami Jr., e “Boi” (2020). Seu último trabalho lançado foi o single “Uma voz além”, em novembro de 2024.

O legado de Marcelo Pretto permanece vivo na música e na cultura popular, inspirando artistas e fãs por todo o país.

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