A doença de Parkinson afeta cerca de 200 mil pessoas no Brasil e vai muito além dos tremores. Os sintomas podem começar com sinais de depressão, e 10% dos casos surgem antes dos 65 anos.

Embora não exista cura, o tratamento não se limita aos medicamentos. Atividades físicas, fisioterapia, uma dieta balanceada e um sono de qualidade são essenciais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Quando os remédios perdem efeito, a cirurgia de estimulação cerebral pode ser uma alternativa para controlar os sintomas.

O neurologista Carlos Rieder, especialista em distúrbios do movimento, destaca a importância dessas medidas no cuidado com quem tem Parkinson. Ele atua na Santa Casa de Porto Alegre e também é professor universitário.

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