Flávio Bolsonaro desembarcou nos Estados Unidos após ser derrotado por Lula no segundo turno da eleição presidencial de 2026. A fuga do senador gerou diversas manifestações de ex-presidenciáveis nas redes sociais.

Renan Santos (Missão) criticou duramente a saída de Flávio, apontando casos de corrupção e enriquecimento ilícito durante sua carreira política. Ele afirmou que o senador vai gastar seu dinheiro, que segundo ele, foi tirado de outras pessoas, na Flórida.

Samara Martins (Unidade Popular) afirmou que Flávio ignorou ordens para entregar seus passaportes e fugiu para os EUA, indo direto para o “braço de seu aliado político, Donald Trump”. Ela questionou por que o senador foge das investigações se as acusações contra ele fossem falsas.

Hertz Dias (PSTU) disse que a fuga visa interromper investigações e chamou Flávio de fujão, mesmo com os melhores advogados à disposição. Ele lembrou que o senador prometia implantar um regime autoritário no Brasil, mas agora foge para não responder por denúncias de rachadinha e vínculos com milícias.

Rui Costa Pimenta (PCO), que defendeu voto nulo no segundo turno, afirmou que Flávio é perseguido por ter quase 60 milhões de votos e criticou a apreensão do passaporte determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Augusto Cury (Avante), que apoiou Flávio, chegou a publicar um vídeo criticando o que chamou de “abandono do barco”, mas apagou a postagem. Depois, explicou que falava sobre a perda do foro privilegiado do senador e a possibilidade de defesa na Justiça comum, pedindo respeito às opiniões divergentes.

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