Na terça-feira (5), a segunda fase da operação Blackout prendeu cinco pessoas e apreendeu um veículo em Oliveira. A ação combate uma quadrilha envolvida em tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, porte ilegal de armas e corrupção policial.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apresentou três novas denúncias contra cinco suspeitos, por oito crimes. Os nomes dos acusados não foram divulgados.
Segundo o MP, os líderes da organização usavam ‘laranjas’ para registrar bens móveis e imóveis e movimentar dinheiro do tráfico, escondendo a origem e localização dos patrimônios.
A investigação começou após uma série de homicídios ligados à disputa por áreas de tráfico em Oliveira. Na primeira fase, em fevereiro, foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão e 15 de prisão preventiva. Um policial civil foi detido por repassar informações sigilosas.
Além das prisões, a operação bloqueou cinco imóveis, quatro carros e valores em contas bancárias dos envolvidos. O trabalho contou com o Gaeco de Varginha, a 2ª Promotoria de Oliveira e a Polícia Militar, durando cerca de oito meses.
