Jensen Huang, fundador e CEO da Nvidia, viu sua fortuna ultrapassar a marca de US$ 200 bilhões, segundo a Forbes. O feito aconteceu após as ações da empresa baterem recorde na Bolsa dos Estados Unidos, impulsionadas pela forte demanda no setor de inteligência artificial (IA).
Com essa alta, a Nvidia se aproximou de um valor de mercado próximo a US$ 6 trilhões. No primeiro trimestre fiscal de 2026, encerrado em abril, a empresa registrou lucro de US$ 58,3 bilhões, um crescimento de 211% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O otimismo dos investidores também foi influenciado pelo lançamento do Muse AI, novo assistente de inteligência artificial da Meta, que pode acessar e gerenciar dados pessoais em vários aplicativos. Esse avanço trouxe mais visibilidade para empresas que fornecem tecnologia para data centers e chips usados em IA.
A Nvidia domina cerca de 80% do mercado de chips para inteligência artificial de ponta, com produtos como as GPUs H100 e A100, usadas por gigantes como Microsoft, Google e Amazon. A empresa também desenvolve processadores para jogos, que ajudaram a consolidar sua posição global.
Apesar de projetar seus chips, a Nvidia não fabrica os componentes, que são produzidos principalmente pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC). A cadeia de produção envolve diversas empresas taiwanesas que fornecem peças e conhecimento técnico essenciais para o funcionamento dos sistemas de IA da Nvidia.
