A disfunção erétil, que dificulta manter ou alcançar a ereção durante o sexo, atinge cerca de 50% dos homens a partir dos 50 anos. O problema pode variar, afetando a rigidez do pênis ou a capacidade de sustentá-la, segundo especialistas da Cleveland Clinic, nos EUA.
Fatores como pressão alta, colesterol alto, diabetes e tabagismo prejudicam o fluxo sanguíneo para o pênis, dificultando a ereção. Mudanças simples, como uma alimentação balanceada e exercícios físicos regulares, podem prevenir e até melhorar a condição, especialmente se tratada cedo.
Um mito comum é que o ciclismo causa disfunção erétil. Embora o esporte possa afetar os músculos do assoalho pélvico em alguns casos, a maioria dos homens não apresenta impacto no fluxo sanguíneo, principal causa do problema.
Estudos mostram que a disfunção erétil pode surgir até cinco anos antes de um infarto, pois indica problemas nas pequenas artérias do pênis, que são os primeiros vasos a sofrer com doenças cardiovasculares.
Outro ponto importante é que a baixa testosterona não é a causa principal da disfunção erétil. O hormônio pode influenciar, mas o problema está mais relacionado à circulação. Por isso, é essencial procurar um médico para avaliação correta e evitar tratamentos sem orientação.
