Treze escolas do Brooklyn, em Nova York, começaram a testar um projeto piloto para combater o etarismo, o preconceito contra pessoas mais velhas. A iniciativa é uma parceria entre os departamentos de Educação e Envelhecimento da cidade.

O programa inclui vídeos que desconstroem estereótipos negativos e entrevistas com idosos, além de promover diálogos diretos entre jovens e idosos. A ideia é que os adolescentes, que já conhecem o impacto do preconceito, possam entender melhor o efeito do etarismo.

Segundo Lorraine Cortés-Vázquez, responsável pelo Departamento de Envelhecimento, os jovens estão em posição ideal para perceber como o preconceito pode ferir e marginalizar. Ela espera que o projeto se expanda para outras regiões da cidade.

No último verão, uma turma de adolescentes participou de um curso intensivo sobre o tema e surpreendeu os organizadores com depoimentos emocionados sobre a mudança na forma de enxergar os idosos.

Michael Prayor, superintendente das escolas do Brooklyn, afirmou que o projeto tem um significado pessoal para ele, e acredita que educar os jovens é o caminho para construir uma sociedade que respeite e cuide dos mais velhos.

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