Microsoft, LinkedIn e Google são as marcas mais usadas por criminosos para aplicar golpes na internet, segundo levantamento da empresa de segurança Check Point Software. Juntas, essas cinco gigantes da tecnologia — que incluem Apple e Amazon — aparecem em mais da metade das tentativas de phishing no segundo trimestre de 2026.
Phishing é um tipo de golpe que usa e-mails e sites falsos para enganar usuários e roubar dados ou dinheiro. A pesquisa mostrou que o ChatGPT apareceu pela primeira vez na lista, com criminosos enviando mensagens falsas sobre problemas em pagamentos de assinaturas.
Outras marcas muito imitadas são Adobe, Facebook, WhatsApp e PayPal. A concentração em poucas empresas é preocupante, pois os golpistas apostam na confiança que as pessoas têm nessas marcas para enganar as vítimas.
Os golpes mais comuns envolvem e-mails com alertas falsos de falhas em pagamentos, páginas falsas para capturar senhas e mensagens sobre atualizações de programas, tudo para criar urgência e fazer o usuário clicar em links maliciosos.
Para se proteger, especialistas recomendam desconfiar de mensagens que pedem ações rápidas, observar erros de português ou imagens estranhas e nunca clicar diretamente nos links. O ideal é digitar o endereço oficial da empresa no navegador. Ativar a autenticação de dois fatores também é uma forma eficaz de aumentar a segurança das contas.
