Renato Russo completaria 30 anos de ausência, mas seu legado permanece forte na música brasileira. O vocalista e líder da Legião Urbana marcou gerações com suas letras que misturavam política, vida pessoal e reflexões profundas.
Em entrevista, os ex-integrantes da banda, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, falaram sobre a personalidade do cantor e a influência de sua obra. Para eles, Renato era uma verdadeira enciclopédia de cultura e tinha um humor e inteligência que ajudaram a criar um dos maiores ícones do rock nacional.
Clássicos como “Tempo Perdido”, “Pais e Filhos”, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo” continuam atuais e presentes em playlists e shows. Segundo Dado, isso acontece porque Renato escrevia sobre temas universais, evitando se prender a épocas específicas.
Marcelo Bonfá destacou o poder de Renato no palco, capaz de fazer cada pessoa se sentir única durante os shows. Para ele, se Renato estivesse vivo, estaria fazendo o que sempre fez: compondo, cantando e criando música.
Renato Russo morreu em 1996, aos 36 anos, vítima de complicações da aids. Mesmo após 30 anos, seu trabalho segue influenciando milhões e reforça que o artista pode partir, mas sua arte permanece viva.
